Oi Filhaaa!!! Esse Blog está sendo construido pensando em você!!! Nós aprendemos melhor quando há Amor!!! Amor a Vida!!! Quando conseguimos viver o conhecimento !!! Arte e esporte existem também e essencialmente para vivermos melhor o conhecimento !!! Conhecimento corporal, mental, social, emocional e espiritual! Saúde Integral!!! Te Amo filha!!! Que seja legal para você e suas amigas e amigos!! E o Universo das Crianças!! Que a Graça Divina abençõe a todos!! Glórias e Aleluias!!
Sete em cores, de repente,
O arco-íris se desata
Na água límpida e contente
Do ribeirinho da mata.
O Sol, ao véu transparente
Da chuva de ouro e de prata
Resplandece resplendente,
No céu, no chão, na cascata.
E abre-se a porta da arca
Lentamente surgem francas
A alegria e as barbas brancas
Do prudente patriarca
Vendo ao longe aquela serra
E as planícies tão verdinhas
Diz Noé: "Que boa terra
Pra plantar as minhas vinhas
Ora vai, na porta aberta
De repente, vacilante
Surge lenta, longa e incerta
Uma tromba de elefante
E de dentro de um buraco
De uma janela aparece
Uma cara de macaco
Que espia e desaparece
Vinicius Primeiro foi o livro com trinta e dois poemas, quase todos falando de bichos, publicado em 1970. Apareceram algumas canções que o próprio poetinha ia musicando, como A Casa ou O Pato que eu mesmo recordo saber cantar bem antes de ver, na televisão, o especial A Arca de Noé -- programa em horário nobre da TV Globo, para o Dia das Crianças, no ano de 1980.
Segundo encontro no acervo do Instituto Cultural Itaú - Uma Discografia Brasileira, ambas as canções fizeram parte de um disco lançado em 1972: Vinícius canta «Nossa Filha Gabriela».
Grande parte do poemas, no entanto, só receberia melodia quando Toquinho e amigos investiram em uma homenagem a Vinícius de Moraes. A primeira Arca foi recebida com entusiasmo pela crítica, destacando-se como uma produção que soube respeitar seu ouvinte, qualquer idade ele tenha...
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho / Paulo Soledade
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Qüén! Qüen! Qüén! Qüen!
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Quá! Quá! Quá! Quá Quá!
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Quer ver a foca
Ficar feliz?
É pôr uma bola
No seu nariz
Quer ver a foca
Bater palminha?
É dar a ela
Uma sardinha
Quer ver a foca
Comprar uma briga?
É espetar ela
Bem na barriga
Lá vai a foca
Toda arrumada
Dançar no circo
Pra garotada
Lá vai a foca
Subindo a escada
Depois descendo
Desengonçada
Quanto trabalha
A coitadinha
Pra garantir
Sua sardinha
Um, dois, três
Quatro, cinco, seis
Com mais um pulinho
Estou na perna do freguês
Um, dois, três
Quatro, cinco, seis
Com mais uma mordidinha
Coitadinho do freguês
Um, dois, três
Quatro, cinco, seis
Tô de barriguinha cheia
Tchau
Good bye
Auf Wiedersehen
Ritmo vem do grego Rhytmos e designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo está inserido em tudo na nossa vida.
Nas artes, como na vida, o ritmo está presente. Vemos isso na música e no poema. Temos a nos reger vários ritmos biológicos que estão sujeitas a evoluções rítmicas como o dos batimentos cardíacos, da respiração, do sono e vigília etc. Até no andar temos um ritmo próprio.[1]
Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenômeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado à música, à dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente à linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo, mas é freqüentemente encarado como o domínio principal dos bateristas e percussionistas.
Segundo alguns autores, os conceitos de ritmo podem variar.
Para Berge [2] o ritmo é uma lei universal a que tudo submete.
Dalcroze [3] o caracteriza como princípio vital e movimento.
Platão [4] sistematiza o ritmo, colocando-o como definição de movimento ordenado.
Importância
A rítmica é uma ciência do ritmo que objetiva desenvolver e harmonizar as funções motoras e regrar os movimentos corporais no tempo e no espaço, aprimorando o ritmo.
Embasado-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer.
Na educação infantil (alfabetização), é uma habilidade importante, pois dá à criança a noção de duração e sucessão, no que diz respeito à percepção dos sons no tempo. A falta de habilidade rítmica pode causar uma leitura lenta, silabada, com pontuação e entonação inadequadas.
O ritmo é de grande importância para os professores de Educação Física, pois ele se reflete diretamente na formação básica e técnica, na criatividade e na educação de movimento. [5]
O ritmo pode ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma série de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente) e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas na escola com diferentes atividades.
O ritmo é a pulsação da música. Sem ritmo não há música
Objetivos
Desenvolver a capacidade física dos educandos assim como a saúde e a qualidade de vida.
Propiciar a descoberta do próprio corpo e de suas possibilidades de movimento.
Desenvolver o ritmo natural.
Possibilitar o desenvolvimento da criatividade para descoberta do estilo pessoal.
Despertar sentido de cooperação, solidariedade, comunicação, liderança e entrosamento através de trabalho em grupo.
Funções
Auxiliar a incorporação técnica.
Estimular a atividade.
Determinar qualidade, melhor domínio e a liberdade de movimento propiciando a sua realização com naturalidade.
Permitir a vivência total do movimento.
Incentivar a economia de trabalho retardando a fadiga e aumentando resultados.
Reforçar a memória.
Facilitar a expressão total.
Criar hábitos de disciplina e atitudes.
Aperfeiçoar a coordenação.
Permitir a produção do prazer.
Música
O ritmo musical é um acontecimento sonoro, tenha ele altura definida ou não, que acontece numa certa regularidade temporal. É a ordenação dos sons de acordo com padrões musicais estabelecidos. É a variação da duração e acentuação de uma série de sons ou eventos. Na música ocidental, os ritmos estão em geral relacionados com uma fórmula de compasso e seu andamento, que implica uma métrica. O valor do pulso subjacente, chamada batida, é o tempo. A duração da métrica divide-se quase exclusivamente em duas ou três batidas, chamando-se assim métrica dupla ou métrica tripla, respectivamente. Se cada batida for dividida a seguir em duas, chama-se métrica simples, se se dividir em três, chama-se métrica composta.
Músicos fazem ritmos com seus instrumentos musicais. Uma das funções do músico é a perceber e medir o tempo. A gente conscientemente sente, forma, divide e compõem o tempo para transmitir um sentimento. Todos os músicos, compositores, regentes, instrumentistas e vocalistas trabalham com o ritmo, mas na música moderna uma seção rítmica geralmente consiste de instrumentos de percussão, um baixo (não necessariamente o instrumento de cordas) e possivelmente de instrumentos de cordas (por exemplo, a guitarra ou o banjo) e instrumentos de teclas, como o piano.
Em todas as línguas a fala possui ritmo, embora o seu ritmo dependa da natureza de cada língua. O português, o francês, ou o espanhol, por exemplo, integram-se no ritmo silábico no qual todas as sílabas tendem a articular-se durante um tempo aproximadamente igual. A língua inglesa pertence a um sistema rítmico cuja unidade mínima é o pé, constituído por uma ou mais sílabas. Neste caso são os pés que se pronunciam numa duração mais ou menos regular, o que significa que, por exemplo, num pé de quatro sílabas cada uma delas deva ser mais breve do que a sílaba, obviamente mais longa, de um pé monossilábico. O ritmo da fala inglesa apresenta-se assim num movimento de velocidades diferentes, percorrendo períodos semelhantes de tempo, mas cria-se também na tensão entre os acentos de intensidade - equivalentes ao ictus da prosódia clássica - que surgem, de uma maneira sistemática, na primeira sílaba de cada pé. Segundo M. A. K. Halliday, o pé descendente constitui um elemento da estrutura fonológica inglesa. Este acento pode também ser silencioso, mantendo-se o ritmo, de um modo sub-vocálico, tanto na consciência do falante como na do ouvinte: o chamado “silêncio rítmico”.
A prosa é também provida de ritmo e Aristóteles afirma mesmo que o ritmo da prosa deve organizar-se em pés jambos - uma sílaba breve e uma longa - pois a cadência resultante da repetição desta alternância - a cadência jâmbica - seria a mais apropriada ao ritmo da fala.
Poema
No poema há a regência da métrica, que não é, como no compasso da música, uma regência implacável sobre o ritmo. Nos poemas, o ritmo se sobrepõe à métrica. Além da rima, é o ritmo que dá beleza ao poema, bem como à música.
A unidade rítmica do poema é o pé. Na antiguidade, o poeta recitava seus poemas acompanhado de lira ou marcando o ritmo com o pé (de onde lhe veio o nome). O pé compõe-se de duas ou mais sílabas métricas (ou sílabas poéticas). Os pés básicos (mais freqüentes) são:
Troqueu - Pé formado por uma sílaba longa (tônica) e uma breve (átona);
Iambo ou Jambo - Pé formado por uma sílaba breve e uma longa;
Dátilo - Pé formado por uma sílaba longa e duas breves;
Anapesto - Pé formado por duas sílabas breves e uma longa.
Nas línguas românicas não existem vestígios de oposição quantitativa, e o ritmo poético baseia-se, sobretudo, nas posições tónicas e átonas, nos retardamentos, nas modulações, nas pausas, nas correspondências fónicas, ou seja, num movimento cuja dinâmica pode variar, ainda que inserida num padrão fixo, como é o caso da poesia em versos isossilábicos.
Segundo os Formalistas Russos, o ritmo não pertence ao domínio da contagem e o próprio verso resulta da impulsão rítmica que lhe é anterior: o ritmo do discurso poético. Este assenta nas leis do ritmo da fala e executa-se em performance criadora de uma sintaxe e de uma semântica próprias, visto que a um ritmo novo correspondem novos sentidos.
Ezra Pound crê no “ritmo absoluto” - o mais adequado à emoção que só através dele se pode expressar - e defende que o ritmo - marcado também por toda uma estrutura prosódica - deve fluir de verso para verso, a não ser que se pretenda uma pausa significativa.
O poeta vitoriano Gerard Manley Hopkins (1844-1889) é o grande precursor deste desígnio de restituir à poesia a força de uma expressividade, por vezes perdida, e de a libertar da submissão à métrica clássica que não contempla todas as propriedades rítmicas do discurso poético em língua inglesa. O termo “ritmo abrupto”, por ele cunhado, designa a sistematização de um ritmo cujas principais características são análogas às do ritmo da fala, nomeadamente, confronto entre pés monossilábicos, ritmo descendente nos pés polissilábicos, acentos de silêncio e pés que não terminam no final de um verso, completando-se no início do verso seguinte.
Referências
↑ CAMELO, PAULO. O ritmo no poema. Recife: Paulo Camelo, 2004.
↑ BERGE, PIERRE. Dos ritmos ao caos. São Paulo: UNESP, 1996.
Penso que evidentemente todos aprendem quando o conhecimento está identificado com sua vivência. O movimento e a visão Universal, Integral, Holística, Consciencial, Complexa, Amável e sustentável das coisas é essencial. A tarefa do esclarecimento, o diálogo com postura de abertismo... a consciência integral, a valorização do autoconhecimento e do questionamento e visão multipla do que é a vida, o mundo, o que somos e todas as formas de manifestação citando o exemplo da ciência, da espiritualidade, das mitologias, folclores, a Yoga, o Tai Chi chuan, as artes, o esporte são essenciais. Hoje a tecnologia já faz parte do contexto educacional. Estamos utilizando com sabedoria ou subutilizando recursos tão importantes... O princípio essencial que muitas vezes é esquecido, é que tudo começa pela Valorização da Vida, da consciência e do Amor!!! O Amor é essencial na Educação e Criação das crianças, de nossas filhas e filhos!! Pra isso é necessário trabalhar a Consciência do que somos, e para onde vamos... Nós sabemos que o uso distorcido do capital levou-nos ao egoísmo, tosco, mesquinho e que faz muitas vítimas... a quase destruição total!! Paremos então... e valorizemos as coisas simples para tentarmos salvar o planeta para nossos filhos e a todos... ! Lucidez, Consciência, Serenidade e Ética Universal !