sábado, 5 de dezembro de 2009

ABZ DO ZIRALDO = TV BRASIL

 ABZ DO ZIRALDO


Ziraldo - A idéia do programa é estimular a leitura. Colocar todo mundo pra ler, de A a Z. Estudar é muito importante, mas ler é mais importante que estudar. Acho bom um programa de fim de semana, de entrevista, porque aí tem muita coisa pra eu conversar com as crianças e com os adultos, ficando diferente da programação tradicional de domingo das outras emissoras.



TVB - Que atrações você traz para este novo programa?
Z - O Coral Maluquinho, que foi criado especialmente para esse programa, vai fazer muito sucesso. É um coral muito afinado, muito ensaiadinho e o detalhe é que o grupo canta Tim Maia, Dorival Caymi, Simonal. Nada de musiquinha para enrolar criança. E outra coisa: não tem gênio. Eu quis um coral pois em coral ninguém é melhor que ninguém. Todas as crianças são iguais.
TVB - Como conseguiu reunir uma plateia de crianças que vai interagir com você e os convidados?
Z - A plateia é formada de alunos das escolas públicas. A TV Pública cumpre seu destino, que é dar espaço para essas crianças. A maior alegria que eu tenho nesse programa é que eu estou falando com menino de escola pública. E as crianças têm participado bem do programa. Elas ficam um pouco assustadas quando me vêem. Mas não porque sou o Ziraldo. É porque o escritor infantil conhecido, é meio mágico para as crianças. Primeiro, você chega e o menino olha pra você e diz: "Ah, ah, ah, você é muito velho!" Ou então: "Ué, pensei que você tivesse morrido...”
TVB - Este é o primeiro programa que você apresenta na televisão ou já teve outros? É um projeto antigo?
Z - Nunca quis fazer programa infantil. Na verdade, fiz muitos programas de entrevista, onde me divertia muito. O primeiro foi o Jornal de Vanguarda, na TV Excelsior, em 1962, a convite de Fernando Barbosa Lima. Depois teve o Abertura, na TV Tupi, que foi muito gratificante. Mas eu não sou de televisão, estou na televisão. Acho a televisão um caminho importante para poder participar do destino do país. E a gente que faz arte, gosta de participar disso, já que tem ideias próprias e quer usá-las para convencer as pessoas. É uma coisa irresistível. Então, quando a direção da TV Brasil me convidou para fazer o programa, fiquei muito feliz, ainda mais sendo numa televisão pública.
Acho a televisão um caminho importante para poder participar do destino do país. Então, quando a direção da TV Brasil me convidou para fazer o programa, fiquei muito feliz, ainda mais sendo numa televisão pública.
TVB - Qual a expectativa do programa e que faixa etária você acha que vai seduzir?
Z - Não é um programa que quer tirar “nota 10”. É um programa para que todos vejam, comentem, divulguem. O público que quero atingir é o núcleo familiar: a mãe, a vó, a tia, a professora, e as crianças. Eu quero pegar pessoas que se interessam no que eu estou falando, no que estou fazendo. Eu acho que não é um programa de massa. Eu viajo pelo Brasil inteiro falando das minhas ideias que se resumem em ler. Ler é mais importante que estudar. Então, essa é a minha legenda. O problema do ensino brasileiro é que o pessoal não sabe ler. Se o sujeito não sabe ler nem escrever, como é que vai aprender? Não tem jeito, tem que parar tudo e fazer com que as pessoas leiam. Para se ter uma pequena ideia, o Brasil é um pais de analfabetos, com 90% de analfabetos funcionais. Ou seja, não tem 18 milhões de pessoas que gostam de ler ou que lêem. Os Estados Unidos não estão muito longe disso: têm 60% de analfabetos funcionais. Isso significa que o sujeito não sabe ler um manual de instruções, não tem prazer de ler, não compreende o que lê e é incapaz de se comunicar pela escrita. Por isso a ONU está tão preocupada com a leitura no mundo inteiro e está com um projeto que chama Book Flood, que é derramar uma enchente de livros. Eu fui à África com esse projeto, fui levar livros para Moçambique. Mas sem monitoramento, não adianta.
TVB - O programa terá um editorial onde você fará campanhas a favor da leitura, como vai ser?
Z - Eu vou brincar um pouco com as crianças. Vou falar sobre a palavra. E o tema é dinossauro. Como eu sou um dinossauro, o simbolo do programa é dinossauro.
TVB - A cada domingo será convidado um escritor de literatura infantil que será entrevistado por você e pelos alunos da plateia. Esse formato teve boa receptividade entre eles?
Z - Tem muito pouca informação sobre livro infantil no país. Por isso resolvi convidar sempre um escritor para falar de seu livro. E a recepção foi muito boa. São todos meus amigos.
TVB – Que outras novidades você vai mostrar?
Z - O programa vai abrir espaço para performance, contador de historia e grupo de teatro. Todo grupo de jovens criativos que não tem espaço na mídia, tem espaço no meu programa.
TVB – Resumindo, o que o telespectador pode esperar do ABZ do Ziraldo?
Z - O telespectador vai assistir a um programa diferente, que pode agradar ou não agradar. Mas, certamente, diferente de tudo que a televisão já mostrou. O ABZ do Ziraldo é um programa de um velho escritor conversando sobre literatura.
Fotos de Ana Paula Oliveira

 SITE: http://www.tvbrasil.org.br/saladeimprensa/noticia_050.asp
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Os Feiticeiros de Waverly Place



Wizards of Waverly Place

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Wizards of Waverly Place (no Brasil e em Portugal, Os Feiticeiros de Waverly Place) é uma série com atores reais produzida e exibida pelo canal Disney Channel, ganhadora de um Prêmio Emmy. O enredo da série gira em torno dos três irmãos Russo, Alex, Justin e Max, que, embora aparentem ser adolescentes normais são, na verdade, feiticeiros em treinamento.
Nos EUA, sua estreia aconteceu em 12 de Outubro de 2007 e foi assistida por 5,93 milhões de espectadores. No Brasil, a série estreou em 11 de Abril de 2008, ocupando o lugar de Cory na Casa Branca no Zapping Zone.
Em Maio de 2009, o Disney Channel confirmou a produção da terceira temporada da série, que estreou, originalmente, no dia 9 de Outubro do mesmo ano. Com o sucesso da série, foi produzido um filme baseado na mesma, Wizards of Waverly Place: The Movie, que estreou em 28 de Agosto de 2009 nos EUA, atraindo 11,4 milhões de espectadores.

História

Os Russo parecem ser uma típica família de Nova York. No entanto, essa ideia está muito longe da realidade. Os irmãos Alex, Justin e Max não são apenas adolescentes comuns. Eles também treinam para tornarem-se feiticeiros e competem entre si pelo título de mago número um da família. Para que esta competição? Porque apenas o melhor dos três poderá conservar suas habilidades mágicas. O pai deles é Jerry, que deu seus poderes para o irmão Kelbo para que pudesse se casar com Theresa, uma não-feiticeira. Ele encabeça a aula de feitiços quando não está ocupado administrando uma lanchonete com sua esposa Theresa.
A rivalidade entre os irmãos vai muito além. Os três aprendem a usar sua magia para tudo: das tarefas domésticas até as vinganças entre si e, a todo o momento, estão tentando consertar seus desastres antes que seus pais descubram. Afinal, para os Russo, ser adolescente pode ser muito perigoso.

Elenco e personagens

Principal

Secundário

  • Bridgit Mendler como Julieta Van Heusen
  • Dan Benson como Zeke Rosenblatt
  • Skyler Samuels como Gertrude “Gigi” Hollingsworth
  • Bill Chott como Sr. Laritate
  • Daniel Samonas como Dean Moriartt
  • Josh Sussman como Aldo Bragaramba
  • Ian Abercrombie como Professor Crumbs / Diretor Cuspidore
  • Amanda Tepe como Vários
 



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ORIGAMI



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Caixas para Presentes

Está em cima da hora, quase perto do natal, mas esta dica serve também pra outras ocasiões. São caixas feitas em Origami Modular. A autoria é da origamista Tomoko Fuse, especialista nesta técnica.
No site Origami podemos ver diversos diagramas dentre os quais destaco a seção caixas. Aqui, podemos fazer caixas nos formatos quadrado, triangular, hexagonal, etc…
Já fiz diversas caixas destas. A dificuldade está em, como todo origami modular, encaixar as peças formando um conjunto coeso. Principalmente quando for colocar a última peça no conjunto.
Utilizei papéis para presente, com motivos diversos e o resultado final foi ótimo. Quem recebeu, adorou!
Caso você queira fazer estas mesmas caixas, mas em tecido, recomendo o site Fabric Origami. Ali, eles mostram a técnica de engomar o pano de modo que o origami fique mais rígido. Creio que esta técnica seja bem prática para caixas de grandes dimensões, já que neste caso, o papel não ficaria rígido o suficiente.

Caixa Triangular

Pandeiro + um



Desde o neolítico que o instrumento é bastante conhecido e popular na Ásia, África e Europa, havendo no entanto a possibilidade de já existir no paleolítico. Em todas as grandes civilizações do passado, do Crescente Fértil ao Egipto, passando pela Grécia e Roma, o pandeiro aparece representado com vulgaridade especialmente em volta do Mediterrâneo. O seu uso manteve-se até à actualidade na maioria das regiões do mundo chegando a alcançar orquestras, na execução da ópera Preciosa, de Weber. Em Portugal é conhecido como pandeiro, pandeireta (os mais pequenos) ou adufe.
Pandeiro3.JPG
No Brasil, quando surgiu o choro, no final do século passado, o pandeiro veio dar o toque final ao ritmo marcante e brejeiro, inicialmente executado ao piano e instrumentos de corda e de sopro







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